Apenas fui no domingo, e fizemos uma caravana “enorme” desde Mafra, eu e o Fernando Valentim... Um carocha e uma bay.
Nos kartings pudemos ver a competição ao rubro, apesar de terem sentido a falta da chuva...
O almoço deu para provar um pouco de tudo, e pôr as novidades em dia.
A minha filha de 5 anos perguntava:
- Ó pai, porque é que aquele senhor está pintado?
- É assim mesmo, Beatriz, é o Pinela... São tatuagens.
- E aquilo sai?
- Não, é pra ficar assim...
- Eu gosto muito das músicas dele.
- É música havaiana...
De vez em quando, encontrava o jnar estendido no chão:
- Ó filha, não pises no jnar...
- Ele está morrido?
- Não, ainda não... Não vês que ainda mexe?
No regresso a casa, no Bombarral, ainda fiquei metido dentro de uma procissão de tractores e reboques agrícolas, cheio de gente a cantar “Avé! Avé! Avé Maria!...”
E em Mafra chuva forte e nevoeiro! Não se via nada...
Mais um dia para recordar.
[/center]































