Tem uma doença de "pele", uma bactéria denominada "ferrugem cavernosa"

onde não tem ferrugem, tem buraco...
suspeita de alguma(s) surpresa debaixo desta tinta...
Bom, quanto ao coração dela...
não sei ao certo há quanto tempo não trabalhava, mas o certo é que o motor não rodava, pois estava preso.
Retirei-lhe as velas e com uma chave e com a ajuda de uma alavanca, tentei rodar a cambota, através da porca da poli.
Tanta força fiz que cedeu. Retirei-lhe o óleo e pus-lhe óleo dos barcos (motores de dois tempos), que para além de bastante lubrificante, tem um grande poder de detergência. Tirei-lhe as velas e continuei a rodar a cambota à mão.
Quando a senti mais leve, coloquei-lhe as velas, sem as ligar e rodei o motor com ajuda da bateria. Ao fim de algumas voltas, tirei-lhe o óleo de dois tempos e meti-lhe aquele óleo fantástico que o Miguel Brito usa
Não sei quanto tempo têm as velas, mas ainda são as mesmas, apenas lhe pus a tampa de distribuidor.
Após alguma insistência, com o start, eis que pegou... parecia um choco, pois deitou uma fumarada preta misturada com a ferrugem que saltou do escape, que fiquei sem ver a traseira
Aqui está o belo "coração"
