porra miguel...escreve menos. hoje ainda nao tive tempo de ler o forum por tua causa
agora vai a noticia bombastica. para um viciado em carrinhas comprei o meu primeiro carocha.
a verdade é esta...foi um 1200 de 63
vim de setubal e demorei 2,40horas a chegar a coimbra por auto estrada, muitas vezes já esquecia e o carro lançava-se nos 130, basta tirar o pe do acelerador e ele retoma os 100-110. incrivel, nunca pensei que este "pequeno" 1200 se portasse desta maneira.
nao fiz ainda a media, mas penso ficar nos tais 7...e com distribuidor electronico vamos la ver para o que dá.
o objectivo deste MEU carro será ser o daily. vou deixar o clio a diesel e dentro da cidade so "carocho". mas sempre que necessitar de fazer viagens mais longas retomarei o clio.
No meu entender e quem realmente gosta de viver um ideal deve agarrar sem pensar no que os outros pensam.
tenho a nocao dos perigos de um carocha, é evidente e o miguel tambem sabe disso. por vezes acredito que mais rapidamente temos um precalso com um plastico por pensar que é altamente seguro(subjugando esse facto), que um carocha que a atençao por nos tomada é mais que a redobrar.
estou tambem fascinado pelo facto de ter o modelo que desejava, nao sabendo se me vou fartar no futuro. nao sei, é esperar para ver.
Agora quanto ao carro e aquilo que pretendo fazer, ainda vai dar que falar. "brevemento nos projectos perto de si"
"Parece uma gaja a falar…Se fizeres parte dos aleijados do conforto… "
Olha Miguel já chega de ofensas e parvoeiras, tu estas a ficar maluco e só estas a exorbitar e dizer disparates.
Estas a perder a razão, e a noção do mundo que te rodeia e a chatear toda a gente como um louco.
Se continuas com este teu fundamnetalismo ainda te arriscas a esfolares-te todo, e nessa altura não chores porque os homens não choram.... ( e foste bem avisado por toda a gente)
Em vês de ficares a escrever disparates que teem muita piada mas não te dão €€€ para gastar vê mas é se trabalhas naquilo que tu sabes fazer.
E esta tudo dito e muito bem dito por toda a gente aqui do forum e não vale a pena dizer-te mais nada pois não queres ouvir ninguem.
se eu for gente ...não corresponde à verdade, pois não avisei o guro de nada nem acho que haja motivos para o avisar
compreendo-o completamente
nao vejo o panorama dos carros como o miguel vê, para mim tambem ha outros modelos, marcas e vivências associadas ao usufruto..e dai vou avisá-lo só porque pensa diferente de mim e diz o que pensa sem insinuações?
Respeito e aceito as opiniões de todos e a sua argumentação, e cada um responsabiliza-se por si e pelas suas atitudes e decisões.
Eu manifesto o meu agradável prazer de conduzir diariamente os meus clássicos, eu ou a minha esposa deslocamo-nos para os empregos neles.
A quando do nascimento da minha filha adquiri um pré-clássico, mas adaptei minimamente os clássicos para que a minha filha os pode-se usufruir. (Lembrar-se-ão de mim na Amoreira, no BBQ2, com a cadeira de bebe montada na combi no banco traseiro, e puderam-me ver no próximo fim de semana em Coimbra da mesma forma).
Eu revejo-me muito nas palavras e nas opiniões do Miguel Brito.
Tento ao máximo usar diariamente os meus clássicos, neste momento lá em casa rola diariamente um clássico e um pré-clássico de 13 anos, e só me lamento de por vezes o tempo não permitir usufruir mais dos meus.
Ate agora só tive um carro que vendi, que foi um comercial de 2 lugares que tive e usei em prole de um negócio comercial que tive, mal decidi fechar esse negócio, desfiz-me do mesmo trocando directamente pelo meu Carocha 1200.
Em relação aos cintos também subscrevo o pensamento e ponderação do Miguel, eu no meu 1200 também circulo sem os cintos pois eles não são obrigatórios.
Agora deixo uma simples argumentação:
-se na estrada todos nos cumpríssemos o código da estrada, não seriam precisos cintos, sensores de distância, ABS e outros apetrechos, estes só tem razão de ser por falta de civismo e pelas velocidades elevadíssimas que atingem os carros modernos
- Se todos ponderássemos a velocidade em que circulamos e redobraremos a atenção ao que vamos a fazer sem duvida o numero de acidentes reduziria e muito.
Um bem-haja a todos
E usufruam ao máximo dos vossos clássicos
Eles não perduram só para passear ao fim de semana, eles fazem parte da nossa vida.
Eu gosto de automóveis antigos, clássicos e future classics.
Desde 1983, utilizei sempre como daily drive, mais do que um VW.
Nos VW aircooled, desde um 25 cv até ao 1303 S, passando pela 412 Variant, Type 3 Variant, Samba até ao 914, sempre os utilizei de forma intensiva, quer em viagens em Portugal, quer em viagens para fora, por motivos profissionais ou em férias.
A partir de uma dada altura, tambem utilizei os GTI, Scirocco, water cooled e na época, future classics, depois pré classicos e agora, no caso do Mk1, já um clássico.
Nunca me senti inseguro, inibido, pressionado por estar a conduzir um carro diferente.
Tenho a noção das capacidades e limites de cada um dos tipos de VW que conduzo, adapto a condução a essas caraterísticas e sempre tirei o melhor partido delas.
E um pormenos importante: os meus VW sempre foram clássicos, antigos...mas não velhos...ou seja, sempre estiveram em bom estado de conservação e foram alvo das manutenções adequadas e necessárias.
Relativamente a automóveis, sei que tenho gostos e opções muito diferentes dos da grande maioria das pessoas.
Mas, para mim, isso sempre foi natural, normal...
apenas me interessa o prazer de os utilizar, o partido que tiro deles...
e isso é algo dificil de explicar... só quem verdadeiramente os utiliza como daily drive...sente a verdadeira dimensão e amplitude do que isso significa...
Bom muito se tem dito e tenho tentado compreender ambas as partes da questão, e penso que posso dar a minha opinião sem qualquer má intenção, sou um dos que usa para dia-a-dia um "confortavel" e "economico" (em combustivel) TDI, uso porque o meu 1302 não está em condições para tal e como ainda não arranjei emprego não há dinheiro para o ir arranjando, e porque o "confortavel" e "economico" TDI não é meu, é dos meus pais.
Gostava de facto e espero vir a usar o meu 1302 (costumo chama-lo de mal amado, pois é dos carochas, aquele que menos valor lhe dão, cláro está que eu acho que é o melhor) mas quando isso acontecer irei gastar um bom dinheiro nele, quero ter o carro em condições para circular no transito de hoje, que como já foi dito não é o mesmo que em 71, contra alguns púristas, vou por travões de disco com tudo o que de melhor houver, direção o que for necessario, vou rever suspensão e por os melhores elementos, mudo os cintos de segurança ("ha e tal original" prefiro manter original o meu corpo sem amputações ou sem extras, vulgo cadeira de rodas) investir em segurança principalmente, e aplicar soluções actuais ao motor para o tornar mais fiavel, não o uso actualmente pois seria uma completa inconsciencia.
Concordo em muito com o Ricardo Serpa no ponto de vista da segurança, por mais atento que estejamos há sempre os outros, e isso não podemos esquecer, não me levem a mal mas choca-me um pouco dizer que não usam cinto, claro que, nós atentos evitamos tudo, mas estando parados, vir alguem desgovernado e bater por traz é desagradavel como também é desagradavel ficar com as entranhas no volante, ou cortar o pescoço no belo do porta-luvas que é feito de metal e aberto é uma lamina apontada ao peito, não faltam relatos disto.
Não quero de forma alguma ir contra niguém mas cinto de segurança? nem que sejamos o melhor condutor do mundo e o mais atento, há e vão sempre haver inconscientes. (já sei que vem a conversa: ah e tal eu já evitei muitas vezes que outros me batessem... ok mas acho que dá pra perceber o meu ponto de vista)
Concordo que muitos dispositivos de segurança actuais possam ser problematicos em pessoas inconscientes que pensam que por ter aquilo tão seguros e depois afinal de contas não ha nada que possa ir contra as leis da física e quem leva com eles somos nós, os conscientes.
Espero um dia vir a usar o meu 1302 mas para isso vou ter que esperar e ter dinheiro para o por com aquilo que considero essencial para andar seguro.
Quero sentir o que sente entre outros o Miguel Brito, no prazer que dá o carocha, mas quero sentir-me seguro como o Ricardo Serpa.
Desculpem lá o post e espero não ter ofendido niguém, caso alguem se sinta ofendido desde já peço descupla
Em duas semanas gastei mais dinheiro nos meus carros do que gastei na minha Bay em 2 anos.
Devido a trabalhar longe de casa sou obrigado a andar num metalico a diesel (leia-se ford fiesta comercial 1.8 de 1997), só na semana passada arrastou-me para a ruina devido a uma boma de embraiagem e correia de destribuição..valha-me deus... tive que cortar no orçamento que estava destinado para a minha rica, querida BAY para investir num carro com 170mil km's
Como se nao bastasse esta semana que passou fiquei sem o plastico, rapido, comilão ou como lhe queiram chamar (Alfa 156 1.6 de 98), moral da historia mais 90€ para uma bateria...
Contudo o que pude aprender nestas duas semanas, "se a minha bay n tivesse a 70km daqui eu escusava de andar a pé..."
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Em relação aos fanaticos, ando a visitar apartamentos para comprar, acontece que todos os construtores/vendores/agentes imobiliarios ficam parvos quando lhes digo "oh amigo nao lhe posso comprar o apartamento...a garagem nao serve para o que eu quero..."
Ou seja o que eu quero é um T3 que tenha uma garagem onde caiba a minha rica BAY, não a vou deixar na rua nem longe de mim...
Ou seja os meus carros "novos" podem ficar na rua apanhar chuva, os antigos é que jamais...
Aprecio todo o tipo de carros, desde clássicos aos modernos, e não reservo as escolhas a uma só marca.
Foi a evolução que nos trouxe os VW's ar, e no futuro será essa mesma evolução que quer queiramos quer não, os irá relegar ao desuso.
Podemos sempre lutar para que isso aconteça mais tarde, mas acho escusado tentar argumentar se é melhor/pior, e dizer que até é seguro se não fossem os outros...tudo se resume à paixão, e aos olhos de quem não a sente, nem 1000 argumentos chegam para a fazer ver.
Sei o que isso é.. uma mota(quad) foi durante 3 anos o meu daily driver, e andava sempre com um sorriso debaixo do capacete enquanto sentia a chuva na cara e ultrapassava os outros tristes sentados dentro das carapaças automóveis
Sabem o que é liberdade? É argumentar com um sorriso quando os outros vos chamam loucos..
Carros novos? Que é isso? Ah, já sei, são aqueles carros que são novos antes de serem velhos...
Tenho uma amiga que é uma pessoa normal. Vive o dia-a-dia e nem se lembra que ainda existem carochas. E se lhe falar em carochas, a primeira imagem que lhe vem à mente são os New Beetle. Se eu lhe disser que não, que estou a falar dos antigos, é capaz de confundir na sua cabeça, a imagem de um 2 cavalos com um carocha, ou até mesmo com um mini!...
Por isso, acho que serve bem como cobaia para tentar ver o que vai na cabecinha das pessoas “normais” e não doentes vw como eu.
Em 1995 comprei este meu carocha, por sentir carência psicológica de guiar um “verdadeiro” vw. Na verdade eu já tinha o karmann-ghia, o primeiro carro que comprei (e ainda hoje carro dos meus sonhos), e guiava um 412LS, mega vw com 1776 cm3 a rosnarem na traseira. Mas não tinham o carisma do vw carocha, redondo e ícone fundamental do panorama automóvel.
E quando me sentei de novo ao volante do querido e gasto carocha de 1963, eu, o décimo dono ao volante, senti-me de novo em casa, confortável como quem calça um par de sapatos bons de cabedal, feitos à medida do nosso andar.
Em 1995, tal como em 1985, ao conduzir recém-encartado um vw 1300 de 1972, descobri que estava ao volante do carro certo, que “fala” connosco, que interage de um modo que os insonsos carros plásticos actuais não conseguem.
E assim, sorri, e continuei a andar de carocha.
Bem, em 1995, a minha amiga guiava um Fiat Uno 45, que já acusava alguns anos e desgaste. O futuro marido dela guiava, por coincidência, um outro Fiat (um azar nunca vem só...), um “moderno” Fiat Punto, daquela cor azul que anuncia, “olá, sou bimbo!”.
E assim, não tendo os dois especial paixão por automóveis, mas ao invés tendo uma saudável relação entre eles, resolveram casar, e vivem felizes desde então.
E nessa equação a dois, ficou ela de Uno e ele de Punto, pois dentro do quadro formatado da sociedade “normal” é suposto o homem ter um carro maior, mais caro e mais potente que a esposa.
E felizes ficaram, o Uno para as voltas e pequenas tarefas diárias, o Punto para deslocações “sociais” e viagens maiores, “porque é mais confortável e mais fiável, o outro avaria muito e gasta mais”.
E eu continuei a andar de carocha.
De repente, surgiram com a compra de outro carro: um Honda Jazz, a “escolha certa”, pelo menos por uns tempos... O Uno, tinha problemas permanentes com a parte eléctrica. Ao travar fazia pisca, ao fazer pisca alternava os stops, ao virar apitava, e em máximos acendia as luzes de marcha a trás... Enfim, era um verdadeiro carro italiano. O golpe final foi quando o tablier ia ardendo, queimando toda a electricidade do painel. Era hora de o trocar, entregando-o para abate e desconto na compra do Jazz, que ainda assim custava mais de 2000 contos, e os meteu endividados a prestações mensais.
Mas estavam felizes, e ela parecia que tinha acabado de sair da prisão: Ai já não aguentava aquilo do carro velho! O Uno era um sufoco! Nunca sabia se ia arrancar de manhã. Se estava frio, no Inverno, a bateria descarregava e não pegava. Se era no Verão, aquecia e tinha que parar para arrefecer. Era um castigo! Eu já não podia andar assim. Eu preciso do carro para me servir, e acabava sempre de táxi, a deixá-lo na berma e a telefonar para o mecânico o ir buscar. De manhã, acordava em stress, a pensar se o carro ia andar ou não. Já punha o despertador mais cedo, para ter uma hora a mais para se sucedesse algum azar. Entrava para o carro e benzia-me antes de dar à chave. Será que vai funcionar? Já andava louca com aquilo. Carros velhos? Nunca mais! Eu preciso de trabalhar, preciso da minha independência. Antes a pagar ao banco um novo que andar entalada num velho chasso rebentado. Eu já ganhava um pó ao carro, que cheguei a sair e a dar-lhe pontapés de raiva!... Os meus nervos já não aguentavam aquilo.
E eu continuei a andar de carocha.
Assim, eles entregaram o Uno para abate, receberam o Honda Jazz a prestações, e ela ficou a guiar o Punto e o marido, o homem, a guiar o novo Jazz. Ela desculpava-se dizendo que o novo era valioso demais, que podia estragar alguma coisa, e ficava mais satisfeita a guiar o Punto, que era bem melhor que o raio do Uno.
Disse que foi uma mudança da noite para o dia: Passou a acordar relaxada: a chave ligava sempre o carro, e desapareceram as falhas Sabia que a chave comandava finalmente o carro. Mudou de vestuário! Disse que passou a vestir-se muito melhor, pois sabia que o carro tinha aquecimento e ar fresco que funcionava! E não precisava de andar sempre de calças, para aguentar o frio, e para o caso de ter que acabar num autocarro ou táxi depois do carro avariar... Passou a usar roupa melhor, andar mais bem vestida, mais gira, pois tinha a privacidade do carro desde a partida até ao destino.
E eu continuei a andar de carocha.
E nesta semana, em 2007, descobri que mudaram de carro... Que aconteceu? Surgiu a oportunidade de ficarem com um Audi A4 a gasóleo, recente, e bem estimado, com poucos km’s. Mas... para trocar qual carro? Perguntei. A resposta dela foi imediata: o Punto, claro! O carro estava velho, aquecia e era um problema!
Até arregalei os olhos... Então o “novo” Punto agora também já é “velho”?
Ela explicou: Eu já não aguentava aquilo! Tinha que andar a fazer contas de cabeça, a ver as horas e a ouvir a rádio, para conseguir escolher um caminho em que não apanhasse fila parada. Senão, já se sabe, aquecia, e tinha que parar na berma à espera que arrefecesse. E eu tenho vida, tenho horas para trabalhar, não podia estar metida dentro daquilo! Tinha que conduzir a escolher as faixas, para não parar, e tinha que ir perto da berma para parar se aquecesse demais,. Eu não tenho vida para isso, não posso ter um carro velho!
Então e agora? Perguntei eu, mais que espantado destas novidades. Então já temos o Audi, temos o Jazz, e ficámos em pânico sobre o que fazer ao carro velho, que agora estava a sobrar.
A sobrar? Sim, não sabíamos o que fazer, ninguém o quer comprar, porque aquece. Pensámos em dá-lo a uma sucata, mas isso acho que é proibido, por causa da poluição e dos papeis, e então achamos que era melhor deixá-lo abandonado e destrancado, a ver se alguém o roubava ou a câmara o levava, mas parece que podíamos pagar multas, por isso a nossa sorte foi quando o mecânico disse que ficava com ele na oficina para o tentar arranjar e vender a alguém. Foi um alívio!
E eu continuei a andar de carocha.
Agora, o marido está a guiar o Audi Diesel, e nas palavras dela: não tem nada a ver, é outra coisa, outro conforto, gasta muito menos, anda mais, é muito bom para viagens, e a mala é incomparável, muito maior que o Jazz, agora é que podemos viajar como deve ser.
E o Jazz? O sorriso dela dizia mais que as palavras: Ai é muito melhor que o Punto. O velho nem direcção assistida tinha! Era um sofrimento. Agora não, agora ando bem, o carro tem outra resposta, o volante mexe-se muito bem, é mais prático, anda mais, o aquecimento agora é que é bom, e não dá problemas.
E eu continuei a andar de carocha.
È estranho, não é? São sempre muito bons, muito espertos, mas eles é que trocam de carro, e eu não.
Será que não percebem que eu não troco porque não preciso de trocar?
Eu continuo a andar de carocha.
Será que não vêem que o que hoje dizem que é bom, amanhã dizem que é mau?
Será que ainda não perceberam que estão enredados na vertigem da compra e de descartar carros que num instante ficam velhos, e ninguém os quer, a começar por eles próprios?
Será que ainda não fizeram contas às despesas de compras caras, e de perca de valor comercial, que os deixa sempre a pagarem mais pelo mesmo, para continuarem a andar de carro?
Já se meteram em não sei quantos carros, e eu continuo a guiar o mesmo fiável e usual volkswagen clássico, ainda e sempre na moda, com toda a gente feliz e contente de olhar para ele, e servindo para aquilo que é suposto fazer: andar, andar, e servir para o que for necessário.
Por isso, eles trocam de carro, “evoluem”, como costumam dizer, “endividam-se”, digo eu, e mantenho a minha convicção e a minha escolha definida, por isso tenho uma só moral, e eles viram de modas, negam o que escolheram, baralham-se e angustiam-se, e eu canto feliz:
Eu continuei, eu continuo, e eu continuarei a andar de carocha!
500 e muitos utilizadores do forum que gostam de VW ar estão todos malucos a gastarem dinheiro noutros carros em vez de usarem os seus VW ar na vida dura do dia a dia?
A grande maioria gosta dos VWs clássicos...para andarem ao fim de semana... irem de vez em quando a uma concentração...a um passeio...ou mesmo para estarem parados na garagem...
ou seja, gostam muito deles, acham-nos lindos, muito fiáveis, únicos...mas não servem para o dia a dia...aí estão cheios de defeitos...gastam muito, não são seguros...etc...ect...
Em que é que ficamos?
Gostam..mas não andam neles?
Estranha forma de gostar de VWs...
Para mim não é novidade nenhuma.
Há muitos anos que constato esta realidade.
Eis um dos motivos pelo qual, hoje em dia, não dou importãncia à maioria " das declarações de amor " pelos VWs.