este mesmo número já tinha sido referido pelo miguel k. r. num outro tópico:
viewtopic.php?t=1835&highlight=classics+monthly
e passo a citar: "(...)Quanto a formas de atacar a ferrugem, os ingleses são os especialistas, não só porque desde há muitos anos que se interessam por carros antigos, mas também por causa de estar sempre a chover (ou quando não chove, há neve, e têm que colocar sal nas estradas). A revista "Practical Classics" sempre foi excelente a apresentar comparativos de produtos. Na "Classics Monthly" de Outubro de 2007 apresentaram 11 páginas sobre formas de Matar a Ferrugem, mas quanto a mim esta revista não desenvolve testes com a mesma abrangência que a Practical Classics. De qualquer forma estão lá apresentados métodos abrasivos (escovas de arame, escovas para usar num berbequim, discos sintéticos rotativos em que a 3M foi o pioneiro, jacto de areia), e quimicos. Aparece lá o POR15 que o JNAR tem usado, mas só obteve 4 de 10 pontos possiveis, enquanto que houve outros quimicos a obter 8/10, e o disco sintético obteve 9/10, mas tal como disse, acho a avaliação feita por eles um bocado básica.
Sobre o POR15 disseram: Não obtivémos muito bons resultados com este producto. As instruções na lata indicavam para mecher bem, em vez de abanar a lata, mas apesar dos nossos melhores esforços não se misturou nada bem. Aplica-se numa camada grossa, e parece secar com um acabamento atabalhoado cor de ranho, em vez de um prateado liso.
É bem possivel que tenha feito a conversão da ferrugem que estava na chapa, mas devido à espessa camada é impossivel sabermos. Contudo, indica que oferece um acabamento com uma muito longa duração, e talvez seja essa a sua especialidade. De qualquer forma nunca o utilisaríamos para uma superfície exposta, mas poderia ser eficiente em zonas do chassis, etc.
A análise da revista é básica, porque deveriam ter submetido as amostras tratadas com os vários produtos a um ensaio de 1000 ou 1500 horas de nevoeiro salino, que é o que os construtores de automóveis como a VW e outros especificam hoje em dia para parafusos e peças zincadas, lacadas, ou pintadas. Só que esses testes têm que ser contratados a um laboratório, e são caros, pelo que a revista não os fez."
Não tenho número e por isso não me posso pronunciar relativamente ao que lá está escrito. No entanto, não percebo como é que no teste juntam o "Metal Ready" e o "por-15" a removedores de ferrugem, uma vez que não é essa a sua real função (segundo os próprios fabricantes).
Não é muito credível, realmente.