Restauro, transformação, recuperação de uma carrinha de 68
-
Ricardo Serpa
- ✘
- Posts: 863
- Joined: 25 Jan 2007 18:40
- Location: Algés - Oeiras - Lisboa
Bom chamem nomes se quiserem
Mas um caro ou carrinha com podres no tejadilho em pricipio esta fora de questão em recupera-lo.
Se o Valter Valente insistir em recuperar essa carrinha acho que o melhor era corta o tecto pelos pilares e soldar o de uma outra carrinha pois o que quer que se faça ai é sempre de dificil execução por causa das curvas e o tratamento das soldaduras é muito complicado.
Eu aceitava a oferta do Jnar do tecto
Um abraço
Ricardo Serpa
Mas um caro ou carrinha com podres no tejadilho em pricipio esta fora de questão em recupera-lo.
Se o Valter Valente insistir em recuperar essa carrinha acho que o melhor era corta o tecto pelos pilares e soldar o de uma outra carrinha pois o que quer que se faça ai é sempre de dificil execução por causa das curvas e o tratamento das soldaduras é muito complicado.
Eu aceitava a oferta do Jnar do tecto
Um abraço
Ricardo Serpa
VW ar para amar Mercedes para andar
CF Carro Formidável viewtopic.php?t=81
Amarelo Espampanante viewtopic.php?t=3044
Daily Drive Mercedes 200E 1994
CF Carro Formidável viewtopic.php?t=81
Amarelo Espampanante viewtopic.php?t=3044
Daily Drive Mercedes 200E 1994
-
jnar
- ✘✘✘✘✘
- Posts: 4218
- Joined: 24 Jan 2007 14:27
- Location: somewhere, over the rainbow....
- Contact:
depois de arranjar esta parte, até que ficou com bom aspecto. Resta saber é se vai durar:

o que eu tenho para te oferecer, é o pedaço que sobrou do corte....não é tudo o que precisas, mas é uma boa parte...vê lá se o queres e diz algo, antes que eu mande o resto da carrinha para o lixo...(o que já devia ter sido feito).


o que eu tenho para te oferecer, é o pedaço que sobrou do corte....não é tudo o que precisas, mas é uma boa parte...vê lá se o queres e diz algo, antes que eu mande o resto da carrinha para o lixo...(o que já devia ter sido feito).
-
valter valente
- Posts: 76
- Joined: 03 Oct 2007 22:07
- Location: albufeira
Muito obrigado jnar e ricardo pelas dicas, pois tinha e ainda tenho duvidas sobre o que vou fazer e usar ali ao certo e da melhor maneira, mas ja me ajudaram muito.
Foi por ver o bom trabalho que fizes te que pedi a tua opiniao.
jnar claro que vou aceitar a tua oferta, mas como tu ofereces tambem te posso fazer um pequeno pagamento é justo. Quando poderes falamos melhor.Foi por ver o bom trabalho que fizes te que pedi a tua opiniao.
Abraços
Valter Valente
Foi por ver o bom trabalho que fizes te que pedi a tua opiniao.
jnar claro que vou aceitar a tua oferta, mas como tu ofereces tambem te posso fazer um pequeno pagamento é justo. Quando poderes falamos melhor.Foi por ver o bom trabalho que fizes te que pedi a tua opiniao.
Abraços
Valter Valente
-
jnar
- ✘✘✘✘✘
- Posts: 4218
- Joined: 24 Jan 2007 14:27
- Location: somewhere, over the rainbow....
- Contact:
há alguns dias, estava à "conversa" com alguém que me tinha perguntado sobre as possíveis alternativas para meter um duche numa bay.
Penso que a conversa começou por causa da foto que tirei à Rosa do CPinto:

Já não me lembro com quem foi, por isso, meto um link com duas soluções à venda cá:
http://www.marcampo.pt/catalogo.php?q=duche
e já agora, lá fora:
http://shop.justkampers.com/advanced_se ... rds=shower
Penso que a conversa começou por causa da foto que tirei à Rosa do CPinto:
Já não me lembro com quem foi, por isso, meto um link com duas soluções à venda cá:
http://www.marcampo.pt/catalogo.php?q=duche
e já agora, lá fora:
http://shop.justkampers.com/advanced_se ... rds=shower
-
Miguel K.R.
- Posts: 171
- Joined: 02 Feb 2007 18:34
- Location: Leiria
João,
Foi um prazer termo-nos encontrado de novo no fim de semana passado, na oficina do Jorge Daniel (pai do VWTT) para trocarmos o teu motor 2000 estragado pelo meu 1700 de uma carrinha de 1973.
Como te dei mais um conjunto de pistons e cilindros de um motor 1700 que era de um VW411 que bateu, e que tinha o motor em muito bom estado, o Jorge Daniel comentou logo, e muito bem, que estes são os pistons que vinham no VW/Porsche e no VW411 (têm o topo em calote para cima, de forma a reduzir o volume da câmara de combustão, e desta forma oferecem ao motor uma maior relação de compressão, que é benéfica para obter maior potência, e maior eficiência, ou seja, menor consumo quando estamos a retirar do motor uma determinada potência).
O motor 1700 dos VW/Porsche e do VW411 era idêntico, e de memória tenho a ideia que debitava uns 80CV com a injecção original. Podes experimentar o teu motor com os carburadores da carrinha 1700 (ou com os que eram do teu motor 2000 e que deixei no Jorge Daniel, porque a mim só me interessam carburadores de 40mm para cima). Eu penso que os carburadores das carrinhas 1700, 1800, e 2000 são todos idênticos.
Em alternativa, podes comprar uns colectores e aplicar uns Dellorto 36 ou 40, ou uns Weber 40 IDF (hoje em dia há como alternativa os EMPI HPMX fabricados na Ásia, e que se adquirem nos USA a um preço muito competitivo).
Uma vantagem do motor tipo-4 (1700 neste caso) é que tal como os motores tipo-1 (1300 e 1600 posteriores a 1974, se não me engano), trazem alternador.
A diferença essencial entre um alternador e um dínamo, é que o primeiro também assegura uma carga significativa da bateria mesmo com o motor ao ralenti (um dinamo ao ralenti práticamente só estabelece uma voltagem suficiente para apagar a luz avisadora de não se estar a carregar a bateria, mas ao ralenti não gera energia em Amperes, e isso pode ser constatado por quem tenha um amperimetro montado no tablier.
Outra vantagem dos alternadores, é que em geral debitam muito mais Amperes-Hora do que os velhos dinamos.
Enquanto tiveres o motor a funcionar, o alternador debita-te muito mais energia do que um dinamo, ou seja, permite-te consumir mais energia eléctrica sem descarregar a bateria. Mesmo em campismo, colocando o motor a funcionar algum tempo ao ralenti, com um alternador consegue recarregar-se a bateria para compensar o consumo que se teve com o frigorífico, e com a aparelhagem sonora. Com esta conversa já estou a imaginar o pessoal a pensar em fazer uma rave num descampado, com o frigorifico cheio de cervejas, e com a musica a fundo
Isto de ter mais que 45 anos é o que dá, porque um gajo pensa numas grades de cerveja fresquinhas, e nos Deep Purple ou Led Zeppelin a bombar, mas os mais novos ao ouvirem falar em rave pensam numas pastilhas e num som de bass & drums que eu nem consigo descrever
Voltando aos motores tipo-4 como o teu 1700, outra vantagem é que o alternador debita muito mais amperes-hora do que qualquer alternador que a VW aplicou nos motores 1600 tipo-1.
As fotos da carrinha de 1969 que te mostrei, apresentavam como tinham cortado algumas chapas do compartimento do motor para lá entrar o motor 1700 com o alternador.
Mas não é a solução perfeita, pois deixa o calor subir do escape para o compartimento do motor.
A solução perfeita é cortares a traseira do compartimento do motor da carrinha de 1979, e aplicá-la na carrinha de 1968. Assim consegues que fique tudo perfeito, para levar os isolamentos de borracha originais em torno do motor.
E se te lembrares, há cerca de 1 ano eu disse-te para também aproveitares a tampa de acesso por cima do compartimento do motor (da carrinha de 1979) bem como uma parte da chapa à volta desta, e enxertas tudo na carrinha de 1968. Afinal, se os engenheiros da VW se deram ao trabalho de conceber essa tampa com 2 fechos, e se a Direcção da VW aceitou o custo extra de aplicar essa tampa nas carrinhas com motor tipo-4, eles lá tinham as suas razões. Uma delas era a facilidade de acesso para afinar os 2 carburadores. Mas também facilita o acesso ao ventilador eléctrico da chauffage que tens que aproveitar da carrinha de 1979.
Eu não hesitei em aproveitar essa tampa e moldura da carrinha Westfalia de 1973, para aplicar na minha de 1971.
Já sei que vais pensar que andas sempre com o projecto para a frente e para trás, e custa-te estar a enxertar isto.
Mas se pensares bem, não são zonas criticas de pintura (a tampa por cima do motor até fica tapada com o colchão da cama, e no compartimento do motor também não tens a exigência de ter um acabamento da pintura excelente).
Apesar de eu ter começado com o meu primeiro restauro completo em 1983 (era um Jeep Willys), e de na altura já ter anos de experiência a desmontar e a transformar motorizadas, nestes ultimos 5 anos fartei-me de fazer asneiras com a minha bay. A primeira foi mandar levar tudo à chapa, pagar alguns 2000 Euros por uma pintura em estufa, e depois ir descobrir que por baixo a carrinha continuava com kilos de trampa, tal como a tua...
Outra asneirada foi o "pintor" ter aplicado cera preta nas grelhas que ficam de lado da carrinha, atrás dos vidros laterais, pois deveria ter aplicado cera transparente, e eu fico doente quando olho para aquilo.
Outra asneira foi o pintor ter tido a "brilhante" ideia de me ter pintado o tablier com tinta preto brilhante
Ainda se fosse um ligeiro filme de tinta preto-basso ... Ainda está por montar o pára-brisas no Álvaro, na Bidoeira, e para eu não ficar triste de cada vez que me sentar na carrinha com aquele tablier brilhante, acho que vou ter que pagar uma pipa de massa para mandar tirar o tablier, desmontar toda a parte eléctrica, e aplicar outro tablier... Alguém tem um para venda ?
Na minha vida, sempre defendi que que o melhor é começar por pesquisar, estudar toda a documentação disponível, e então avançar tendo em conta as experiências dos outros.
Mas se não conseguirmos encontrar fontes de informação (ou se estivermos a ser pioneiros a fazer qualquer coisa) teremos que aprender por tentativa e erro. É bom documentar os erros que se cometeram, para não se voltarem a repetir. E o teu tópico será uma excelente ajuda para qualquer um que no futuro decida restaurar uma Bay.
Foi um prazer termo-nos encontrado de novo no fim de semana passado, na oficina do Jorge Daniel (pai do VWTT) para trocarmos o teu motor 2000 estragado pelo meu 1700 de uma carrinha de 1973.
Como te dei mais um conjunto de pistons e cilindros de um motor 1700 que era de um VW411 que bateu, e que tinha o motor em muito bom estado, o Jorge Daniel comentou logo, e muito bem, que estes são os pistons que vinham no VW/Porsche e no VW411 (têm o topo em calote para cima, de forma a reduzir o volume da câmara de combustão, e desta forma oferecem ao motor uma maior relação de compressão, que é benéfica para obter maior potência, e maior eficiência, ou seja, menor consumo quando estamos a retirar do motor uma determinada potência).
O motor 1700 dos VW/Porsche e do VW411 era idêntico, e de memória tenho a ideia que debitava uns 80CV com a injecção original. Podes experimentar o teu motor com os carburadores da carrinha 1700 (ou com os que eram do teu motor 2000 e que deixei no Jorge Daniel, porque a mim só me interessam carburadores de 40mm para cima). Eu penso que os carburadores das carrinhas 1700, 1800, e 2000 são todos idênticos.
Em alternativa, podes comprar uns colectores e aplicar uns Dellorto 36 ou 40, ou uns Weber 40 IDF (hoje em dia há como alternativa os EMPI HPMX fabricados na Ásia, e que se adquirem nos USA a um preço muito competitivo).
Uma vantagem do motor tipo-4 (1700 neste caso) é que tal como os motores tipo-1 (1300 e 1600 posteriores a 1974, se não me engano), trazem alternador.
A diferença essencial entre um alternador e um dínamo, é que o primeiro também assegura uma carga significativa da bateria mesmo com o motor ao ralenti (um dinamo ao ralenti práticamente só estabelece uma voltagem suficiente para apagar a luz avisadora de não se estar a carregar a bateria, mas ao ralenti não gera energia em Amperes, e isso pode ser constatado por quem tenha um amperimetro montado no tablier.
Outra vantagem dos alternadores, é que em geral debitam muito mais Amperes-Hora do que os velhos dinamos.
Enquanto tiveres o motor a funcionar, o alternador debita-te muito mais energia do que um dinamo, ou seja, permite-te consumir mais energia eléctrica sem descarregar a bateria. Mesmo em campismo, colocando o motor a funcionar algum tempo ao ralenti, com um alternador consegue recarregar-se a bateria para compensar o consumo que se teve com o frigorífico, e com a aparelhagem sonora. Com esta conversa já estou a imaginar o pessoal a pensar em fazer uma rave num descampado, com o frigorifico cheio de cervejas, e com a musica a fundo
Voltando aos motores tipo-4 como o teu 1700, outra vantagem é que o alternador debita muito mais amperes-hora do que qualquer alternador que a VW aplicou nos motores 1600 tipo-1.
As fotos da carrinha de 1969 que te mostrei, apresentavam como tinham cortado algumas chapas do compartimento do motor para lá entrar o motor 1700 com o alternador.
Mas não é a solução perfeita, pois deixa o calor subir do escape para o compartimento do motor.
A solução perfeita é cortares a traseira do compartimento do motor da carrinha de 1979, e aplicá-la na carrinha de 1968. Assim consegues que fique tudo perfeito, para levar os isolamentos de borracha originais em torno do motor.
E se te lembrares, há cerca de 1 ano eu disse-te para também aproveitares a tampa de acesso por cima do compartimento do motor (da carrinha de 1979) bem como uma parte da chapa à volta desta, e enxertas tudo na carrinha de 1968. Afinal, se os engenheiros da VW se deram ao trabalho de conceber essa tampa com 2 fechos, e se a Direcção da VW aceitou o custo extra de aplicar essa tampa nas carrinhas com motor tipo-4, eles lá tinham as suas razões. Uma delas era a facilidade de acesso para afinar os 2 carburadores. Mas também facilita o acesso ao ventilador eléctrico da chauffage que tens que aproveitar da carrinha de 1979.
Eu não hesitei em aproveitar essa tampa e moldura da carrinha Westfalia de 1973, para aplicar na minha de 1971.
Já sei que vais pensar que andas sempre com o projecto para a frente e para trás, e custa-te estar a enxertar isto.
Mas se pensares bem, não são zonas criticas de pintura (a tampa por cima do motor até fica tapada com o colchão da cama, e no compartimento do motor também não tens a exigência de ter um acabamento da pintura excelente).
Apesar de eu ter começado com o meu primeiro restauro completo em 1983 (era um Jeep Willys), e de na altura já ter anos de experiência a desmontar e a transformar motorizadas, nestes ultimos 5 anos fartei-me de fazer asneiras com a minha bay. A primeira foi mandar levar tudo à chapa, pagar alguns 2000 Euros por uma pintura em estufa, e depois ir descobrir que por baixo a carrinha continuava com kilos de trampa, tal como a tua...
Outra asneirada foi o "pintor" ter aplicado cera preta nas grelhas que ficam de lado da carrinha, atrás dos vidros laterais, pois deveria ter aplicado cera transparente, e eu fico doente quando olho para aquilo.
Outra asneira foi o pintor ter tido a "brilhante" ideia de me ter pintado o tablier com tinta preto brilhante
Na minha vida, sempre defendi que que o melhor é começar por pesquisar, estudar toda a documentação disponível, e então avançar tendo em conta as experiências dos outros.
Mas se não conseguirmos encontrar fontes de informação (ou se estivermos a ser pioneiros a fazer qualquer coisa) teremos que aprender por tentativa e erro. É bom documentar os erros que se cometeram, para não se voltarem a repetir. E o teu tópico será uma excelente ajuda para qualquer um que no futuro decida restaurar uma Bay.
- nezz
- ★★
- Posts: 11456
- Joined: 24 Jan 2007 17:11
- Location: A long time ago, in a galaxy far, far away...
parece que esse pintor frequentou o mesmo curso que aquele que pintou a JanotaMiguel K.R. wrote:eu fico doente quando olho para aquilo.
Outra asneira foi o pintor ter tido a "brilhante" ideia de me ter pintado o tablier com tinta preto brilhante
[center]not all those who wander are lost - J.R.R. Tolkien[/center]
[center]
[/center]
[center]
[/center]-
HUGO bOSS
- Site Admin
- Posts: 25808
- Joined: 24 Jan 2007 19:17
- Location: FUNCHAL - MADEIRA - PORTUGAL
Tens uma solução... lixa muito fininha com água... sem exageros...
Vais lixando e limpando com um pano... assim vais vendo o que estás fazendo, se não chega ao primário ou à chapa... depois de estar a pintura fosca, é só dar uma mão de cera e já está.
Antes de começares a lixar, desmonta os interruptores e o que puderes. Coloca também uma proteção no chão... não será preciso andar a trocar de tablier...
Vais lixando e limpando com um pano... assim vais vendo o que estás fazendo, se não chega ao primário ou à chapa... depois de estar a pintura fosca, é só dar uma mão de cera e já está.
Antes de começares a lixar, desmonta os interruptores e o que puderes. Coloca também uma proteção no chão... não será preciso andar a trocar de tablier...
Um abraço do meio do Atlântico
Hugo Pereira
"Tens o carro do ano?
Eu tenho o Carro do Século"
""Patina" my ass, that's rust!"
Hugo Pereira
"Tens o carro do ano?
Eu tenho o Carro do Século"
""Patina" my ass, that's rust!"
-
Miguel K.R.
- Posts: 171
- Joined: 02 Feb 2007 18:34
- Location: Leiria
Obrigado pela sugestão da lixa...
Aqui há uns 30 anos eu entretinha-me com lixa de água a preparar as peças da minha motorizada, para depois as pintar.
O pintor era meu amigo (eu tinha 16 anos, e ele já teria uns 25), e quando teve lá um miúdo com uns 14 anos a ajudar durante as férias, dizia-lhe que tinha que passar com a lixa de água nos carros até cheirar a cebola...
Claro que aquilo era uma brincadeira (hoje diríamos que era exploração do trabalho infantil).
Eu ia para lá lixar as minhas peças e conversar com o amigo pintor. Como eu queria que a pintura ficasse óptima, em vez de lixar até cheirar a cebola, eu lixava até já não ter pele nas mãos
Se na altura tivesse ido tirar o B.I. aposto que a minha impressão digital seria um borrão contínuo de tinta
O problema é que o atrazado mental me pintou a parte superior do tablier que é de PVC espumado
Como aquela "napa" do tablier espumado tem o acabamento original rugoso, o tonto do pintor encheu-me toda essa rugosidade com pintura preto brilhante !
Talvez decapante pudesse remover a tinta, mas atacaria completamente a napa, que é de PVC plasticizado (desculpem-me a utilização desta palavra, mas é esta a tradução correcta de Plasticized PVC ).
Mesmo que na altura não se desse por nada, o decapante iria migrar para o PVC e das duas uma:
- Ou anularia o efeito dos plasticizantes, que permitem obter napa a partir de PVC (que é o plástico rigido usado em canalizações, nos discos de vinil, ou em seringas e cateters), pelo que a napa iria ficar quebradiça e estalar com a exposição ao sol, ou:
- O decapante ao migrar para o PVC iria fazer este inchar, e separar-se da espuma que está por baixo.
Fico aberto a todas as sugestões para resolver o problema, e se alguém tiver uma parte de cima do tablier em bom estado, já sabe que estou cliente.
Aqui há uns 30 anos eu entretinha-me com lixa de água a preparar as peças da minha motorizada, para depois as pintar.
O pintor era meu amigo (eu tinha 16 anos, e ele já teria uns 25), e quando teve lá um miúdo com uns 14 anos a ajudar durante as férias, dizia-lhe que tinha que passar com a lixa de água nos carros até cheirar a cebola...
Claro que aquilo era uma brincadeira (hoje diríamos que era exploração do trabalho infantil).
Eu ia para lá lixar as minhas peças e conversar com o amigo pintor. Como eu queria que a pintura ficasse óptima, em vez de lixar até cheirar a cebola, eu lixava até já não ter pele nas mãos
Se na altura tivesse ido tirar o B.I. aposto que a minha impressão digital seria um borrão contínuo de tinta
O problema é que o atrazado mental me pintou a parte superior do tablier que é de PVC espumado
Como aquela "napa" do tablier espumado tem o acabamento original rugoso, o tonto do pintor encheu-me toda essa rugosidade com pintura preto brilhante !
Talvez decapante pudesse remover a tinta, mas atacaria completamente a napa, que é de PVC plasticizado (desculpem-me a utilização desta palavra, mas é esta a tradução correcta de Plasticized PVC ).
Mesmo que na altura não se desse por nada, o decapante iria migrar para o PVC e das duas uma:
- Ou anularia o efeito dos plasticizantes, que permitem obter napa a partir de PVC (que é o plástico rigido usado em canalizações, nos discos de vinil, ou em seringas e cateters), pelo que a napa iria ficar quebradiça e estalar com a exposição ao sol, ou:
- O decapante ao migrar para o PVC iria fazer este inchar, e separar-se da espuma que está por baixo.
Fico aberto a todas as sugestões para resolver o problema, e se alguém tiver uma parte de cima do tablier em bom estado, já sabe que estou cliente.
-
HUGO bOSS
- Site Admin
- Posts: 25808
- Joined: 24 Jan 2007 19:17
- Location: FUNCHAL - MADEIRA - PORTUGAL
-
jnar
- ✘✘✘✘✘
- Posts: 4218
- Joined: 24 Jan 2007 14:27
- Location: somewhere, over the rainbow....
- Contact:
miguel...
antes de mais, deixa-me dizer que enviei-te uma pm, caso vejas isto sem teres entrado realmente no fórum.
Agradeço-te todas as dicas e ajudas que me tens dado. Realmente, parece que ando sempre aos solavancos, arranjo uma parte e volto a "estragar" outra...e pelos vistos, vou andar assim até ao ano 2010, pelo menos...cada vez mais, o prazo se alarga...
A troca de motor ainda é algo que me deixa de pé atrás. Neste momento são várias as questões que preciso de ver resolvidas e não sei bem como fazer. Tenho a carrinha sem motor/caixa e sem nenhum cabo no sítio correcto (nem pedais) pelo que, para a deslocar, só com um reboque e sinceramente não me apetece estar a deitar dinheiro fora em deslocações, para a frente e para trás.
Por outro lado, estou com dúvidas em aplicar o Por-15 e depois deitar parte desse trabalho fora, quando for cortar e soldar as "novas" secções de chapa para um encaixe perfeito do tipo IV.
A questão do GPL ainda está em aberto e estou a pensar que, ao contrário da minha ideia inicial de meter o depósito respectivo por baixo da carrinha,

é preferível trocar um pelo outro e meter o gasolina, na localização que tinha pensado para o de GPL, visto que o de gasolina pode ser rectangular e não existem as mesmas regras e restricções.
Mas para fazer esta instalação tenho que me dirigir a um instalador autorizado, meter o tanque, seguidamente, dirigir-me à Oldschoolgarage para me aplicarem o tipo IV e por fim, voltar outra vez ao instalador de GPL, para me fazerem as ligações necessárias....
Queria aplicar as partes de chapa (as tais que são diferentes consoante o motor), ainda em Viseu, se bem que depois só a tiro mesmo de lá com o tipo IV....Para isso, tenho que falar com alguém que saiba do assunto, como por exemplo o Hugo, que é de Tondela...mas para já, são só ideias e hipóteses por alto. Aproveitava e aplicava logo a protecção que quero, como deve ser...
Trocar o meu dinamo por um alternador, era algo que eu já tinha pensado fazer, bastando para isso, aplicar o conjunto necessário e cujo valor, tenho ideia que seja, por volta dos 250€...
Em relação à tampa também já tinha pensado nisso, embora na minha disposição de interior, eu não tenha a cama a rebater para trás e nessa zona (a tal que fica coberta com o colchão), tenho um espaço de arrumação (composto por gavetas que abrem para dentro da carrinha) e por cima disso, faço uma cama que para já, será para o meu (até agora) único filho...isto claro, se quando "acabar", ele ainda couber atravessado nessa zona.
para rever:


Portanto, para poder dar uso a essa tampa, terei que pensar numa solução que permita, ou uma desmontagem fácil de parte desse "móvel", ou então fazer uma segunda tampa nesse mesmo móvel...algo mais a fazer.
Toda esta ideia de fazer a troca de um motor pelo outro, vem na sequência de querer fazer também, um reboque específico para transportar o meu material de windsurf.
Essa é a principal razão.
Depois de dois anos a transportar tudo no interior da carrinha, cheguei à conclusão que tinha que o transportar de outra forma, por várias razões:
- ocupa o espaço todo,
- tenho que o retirar, sempre que quero ir à zona de trás da carrinha,
- a colocar ou a retirar, corro sempre o risco de estragar, danificar ou riscar, algo na carrinha
- e depois de usado, acaba por largar sempre alguma água salgada ou areia, que só serve para estragar ainda mais.


Para isso e em princípio, vou utiilizar um conjunto de molas/eixo/rodas que há muitos anos foi feito pelo meu pai, para transportar um catamaran e que hoje em dia, infelizmente, já não existe. O único inconveniente, é que esse eixo está apoiado em molas de lâminas e as rodas utilizadas, não são bem as que eu queria. Estava a pensar em usar umas rodas de uma carrinha VW (do mesmo ano que a minha), para depois poder meter uns tampões iguais e fazer uma espécie de parelha. Estou com a ideia de fazer com que esse carro, fique com um ar de woodie dos anos 40/50, mas também não está fora de hipótese, fazê-lo em chapa de alumínio e pintar com os mesmo tons da carrinha. É mais uma ideia a amadurecer e algo que irei fazer, depois de a carrinha estar mais avançada.
para já, um pequeno esboço:

Transportar em cima também não é o mais indicado, pois o peso é bastante tanto para meter lá, como para ser sustentado pelo próprio tejadilho de fibra (o de madeira, por ser mais espesso e resistente, ainda serviu para levar algumas pranchas, mas com este não arrisco) e só vai piorar o já péssimo coeficiente de resistência à deslocação.
Se ainda por cima lhe meter uma grade, posso sempre transportar mais qualquer coisa, como umas bicicletas, por exemplo...
Agora vou mudar ligeiramente de assunto: para não estar a estragar os tópicos de ninguém e uma vez que tenho um tópico próprio que gira em torno deste tema, vou deixar aqui a minha opinião sobre (e em primeiro lugar) a utilização de uma sanita química, dentro de uma carrinha destas, contando a minha experiência.
Na altura em que viajávamos pela Europa, os meus pais usavam um sistema que funcionava na perfeição, quando estávamos de visita a grandes cidades, como Paris e não íamos dormir em parques de campismo. Antes de entrarem na cidade propriamente dita, paravam por exemplo, numa estação de serviço e jantavamos. Depois, a minha mãe lava a loiça e quando acabava, nós, os putos, vestíamos o pijama e com os três já prontos para irmos para a cama, dirigiam-se para a cidade. Uma vez aí, procuravam um sítio calmo, de vivendas de preferência, sem movimento e levantavam o tejadilho. Caso algum de nós, putos, precisássemos de ir à sanita, levantava-se o cubículo e usava-se na perfeição.
Era uma operação rápida e acima de tudo, evitava as saídas cá fora. Dormíamos e de manhã, arrumava-se tudo (outra vez sem virmos cá fora) e arrancávamos para outro local, onde se tivesse acesso a uns WC's ou onde se pudesse fazer compras para tomarmos o pequeno almoço...
Simples, rápido, discreto e acima de tudo, eficaz....
Portanto, para mim, uma sanita química faz todo o sentido e tenho a experiência necessária para sustentar a minha posição. Não se trata de pedantismo ou "pseudo-betice" ou de outra coisa qualquer, que leva alguns a separar os que vão ao mato e os que são "finos" de mais para o fazer...
Para mim, quem parte desse princípio sem estar a par dos factos, não merece grande consideração.
Em relação ao querer meter o Rossio na Rua da Betesga, ou de querer levar a casa às costas, bem... eu só posso dizer que como passei grande parte da vida dentro de um carro destes, com mais quatro elementos da minha família, habituei-me a pensar que dentro destas pequenas carcaças, cabe lá tudo...e de facto, é só uma questão de inteligência, para o conseguir fazer.
É verdade, que tendo o espaço necessário disponível e a hipótese de escolha, para quem quer apenas uma carrinha camper, sem ligar propriamente à carrinha em si, uma mais moderna, maior, mais potente tem as suas vantagens, entre as quais posso destacar (e assim a frio), uma maior economia (excepto se a VW estiver a GPL), um maior conforto (por ser mais espaçosa embora este factor seja bastante relativo), mais rápida (se a intenção for andar depressa e em auto-estradas), uma maior facilidade em arranjar peças de substituição em qualquer lugar, entre outras....mas também tem desvantagens, como por exemplo, por ser maior, não estaciona em qualquer lugar (não entra em 90% das garagens, por exemplo), torna-se desconfortável para andar constantemente, tem revisões mais caras, tem o seguro muito mais elevado, etc, etc, e acima de tudo, falta-lhe a "alma" que as VW encerram.
Numa VW, se alguém quiser dar uma voltas como "camper", mas mantendo o carro no seu estado mais original, podem sempre aplicar um módulo amovível com o essencial, tal como a minha tinha e que permitia ao retira-lo, aumentar o espaço de arrumação, caso se precisasse de mais espaço.


Isto é só uma ideia...,e durante anos serviu muito bem na minha VW, com 5 pessoas lá dentro....
antes de mais, deixa-me dizer que enviei-te uma pm, caso vejas isto sem teres entrado realmente no fórum.
Agradeço-te todas as dicas e ajudas que me tens dado. Realmente, parece que ando sempre aos solavancos, arranjo uma parte e volto a "estragar" outra...e pelos vistos, vou andar assim até ao ano 2010, pelo menos...cada vez mais, o prazo se alarga...
A troca de motor ainda é algo que me deixa de pé atrás. Neste momento são várias as questões que preciso de ver resolvidas e não sei bem como fazer. Tenho a carrinha sem motor/caixa e sem nenhum cabo no sítio correcto (nem pedais) pelo que, para a deslocar, só com um reboque e sinceramente não me apetece estar a deitar dinheiro fora em deslocações, para a frente e para trás.
Por outro lado, estou com dúvidas em aplicar o Por-15 e depois deitar parte desse trabalho fora, quando for cortar e soldar as "novas" secções de chapa para um encaixe perfeito do tipo IV.
A questão do GPL ainda está em aberto e estou a pensar que, ao contrário da minha ideia inicial de meter o depósito respectivo por baixo da carrinha,
é preferível trocar um pelo outro e meter o gasolina, na localização que tinha pensado para o de GPL, visto que o de gasolina pode ser rectangular e não existem as mesmas regras e restricções.
Mas para fazer esta instalação tenho que me dirigir a um instalador autorizado, meter o tanque, seguidamente, dirigir-me à Oldschoolgarage para me aplicarem o tipo IV e por fim, voltar outra vez ao instalador de GPL, para me fazerem as ligações necessárias....
Queria aplicar as partes de chapa (as tais que são diferentes consoante o motor), ainda em Viseu, se bem que depois só a tiro mesmo de lá com o tipo IV....Para isso, tenho que falar com alguém que saiba do assunto, como por exemplo o Hugo, que é de Tondela...mas para já, são só ideias e hipóteses por alto. Aproveitava e aplicava logo a protecção que quero, como deve ser...
Trocar o meu dinamo por um alternador, era algo que eu já tinha pensado fazer, bastando para isso, aplicar o conjunto necessário e cujo valor, tenho ideia que seja, por volta dos 250€...
Em relação à tampa também já tinha pensado nisso, embora na minha disposição de interior, eu não tenha a cama a rebater para trás e nessa zona (a tal que fica coberta com o colchão), tenho um espaço de arrumação (composto por gavetas que abrem para dentro da carrinha) e por cima disso, faço uma cama que para já, será para o meu (até agora) único filho...isto claro, se quando "acabar", ele ainda couber atravessado nessa zona.
para rever:


Portanto, para poder dar uso a essa tampa, terei que pensar numa solução que permita, ou uma desmontagem fácil de parte desse "móvel", ou então fazer uma segunda tampa nesse mesmo móvel...algo mais a fazer.
Toda esta ideia de fazer a troca de um motor pelo outro, vem na sequência de querer fazer também, um reboque específico para transportar o meu material de windsurf.
Essa é a principal razão.
Depois de dois anos a transportar tudo no interior da carrinha, cheguei à conclusão que tinha que o transportar de outra forma, por várias razões:
- ocupa o espaço todo,
- tenho que o retirar, sempre que quero ir à zona de trás da carrinha,
- a colocar ou a retirar, corro sempre o risco de estragar, danificar ou riscar, algo na carrinha
- e depois de usado, acaba por largar sempre alguma água salgada ou areia, que só serve para estragar ainda mais.
Para isso e em princípio, vou utiilizar um conjunto de molas/eixo/rodas que há muitos anos foi feito pelo meu pai, para transportar um catamaran e que hoje em dia, infelizmente, já não existe. O único inconveniente, é que esse eixo está apoiado em molas de lâminas e as rodas utilizadas, não são bem as que eu queria. Estava a pensar em usar umas rodas de uma carrinha VW (do mesmo ano que a minha), para depois poder meter uns tampões iguais e fazer uma espécie de parelha. Estou com a ideia de fazer com que esse carro, fique com um ar de woodie dos anos 40/50, mas também não está fora de hipótese, fazê-lo em chapa de alumínio e pintar com os mesmo tons da carrinha. É mais uma ideia a amadurecer e algo que irei fazer, depois de a carrinha estar mais avançada.
para já, um pequeno esboço:
Transportar em cima também não é o mais indicado, pois o peso é bastante tanto para meter lá, como para ser sustentado pelo próprio tejadilho de fibra (o de madeira, por ser mais espesso e resistente, ainda serviu para levar algumas pranchas, mas com este não arrisco) e só vai piorar o já péssimo coeficiente de resistência à deslocação.
Se ainda por cima lhe meter uma grade, posso sempre transportar mais qualquer coisa, como umas bicicletas, por exemplo...
Agora vou mudar ligeiramente de assunto: para não estar a estragar os tópicos de ninguém e uma vez que tenho um tópico próprio que gira em torno deste tema, vou deixar aqui a minha opinião sobre (e em primeiro lugar) a utilização de uma sanita química, dentro de uma carrinha destas, contando a minha experiência.
Na altura em que viajávamos pela Europa, os meus pais usavam um sistema que funcionava na perfeição, quando estávamos de visita a grandes cidades, como Paris e não íamos dormir em parques de campismo. Antes de entrarem na cidade propriamente dita, paravam por exemplo, numa estação de serviço e jantavamos. Depois, a minha mãe lava a loiça e quando acabava, nós, os putos, vestíamos o pijama e com os três já prontos para irmos para a cama, dirigiam-se para a cidade. Uma vez aí, procuravam um sítio calmo, de vivendas de preferência, sem movimento e levantavam o tejadilho. Caso algum de nós, putos, precisássemos de ir à sanita, levantava-se o cubículo e usava-se na perfeição.
Era uma operação rápida e acima de tudo, evitava as saídas cá fora. Dormíamos e de manhã, arrumava-se tudo (outra vez sem virmos cá fora) e arrancávamos para outro local, onde se tivesse acesso a uns WC's ou onde se pudesse fazer compras para tomarmos o pequeno almoço...
Simples, rápido, discreto e acima de tudo, eficaz....
Portanto, para mim, uma sanita química faz todo o sentido e tenho a experiência necessária para sustentar a minha posição. Não se trata de pedantismo ou "pseudo-betice" ou de outra coisa qualquer, que leva alguns a separar os que vão ao mato e os que são "finos" de mais para o fazer...
Para mim, quem parte desse princípio sem estar a par dos factos, não merece grande consideração.
Em relação ao querer meter o Rossio na Rua da Betesga, ou de querer levar a casa às costas, bem... eu só posso dizer que como passei grande parte da vida dentro de um carro destes, com mais quatro elementos da minha família, habituei-me a pensar que dentro destas pequenas carcaças, cabe lá tudo...e de facto, é só uma questão de inteligência, para o conseguir fazer.
É verdade, que tendo o espaço necessário disponível e a hipótese de escolha, para quem quer apenas uma carrinha camper, sem ligar propriamente à carrinha em si, uma mais moderna, maior, mais potente tem as suas vantagens, entre as quais posso destacar (e assim a frio), uma maior economia (excepto se a VW estiver a GPL), um maior conforto (por ser mais espaçosa embora este factor seja bastante relativo), mais rápida (se a intenção for andar depressa e em auto-estradas), uma maior facilidade em arranjar peças de substituição em qualquer lugar, entre outras....mas também tem desvantagens, como por exemplo, por ser maior, não estaciona em qualquer lugar (não entra em 90% das garagens, por exemplo), torna-se desconfortável para andar constantemente, tem revisões mais caras, tem o seguro muito mais elevado, etc, etc, e acima de tudo, falta-lhe a "alma" que as VW encerram.
Numa VW, se alguém quiser dar uma voltas como "camper", mas mantendo o carro no seu estado mais original, podem sempre aplicar um módulo amovível com o essencial, tal como a minha tinha e que permitia ao retira-lo, aumentar o espaço de arrumação, caso se precisasse de mais espaço.
Isto é só uma ideia...,e durante anos serviu muito bem na minha VW, com 5 pessoas lá dentro....
-
jnar
- ✘✘✘✘✘
- Posts: 4218
- Joined: 24 Jan 2007 14:27
- Location: somewhere, over the rainbow....
- Contact:
- Miguel Brito
- ✘✘✘✘✘
- Posts: 5742
- Joined: 24 Jan 2007 15:06
- Location: Albarraque-Sintra/Portugal
-
jnar
- ✘✘✘✘✘
- Posts: 4218
- Joined: 24 Jan 2007 14:27
- Location: somewhere, over the rainbow....
- Contact:
-
Eduardo Pinela
- ✘✘✘✘
- Posts: 2628
- Joined: 14 Feb 2007 23:03
- Location: Fog City.
- Contact:
Francamente Jnar, e sem ofensa, devias de fazer como no IKEA, arranjavas um modelo da carrinha e fazias experiências das modificações possiveis, sem teres de estar a te desgastar á escala real!jnar wrote:tenho tudo o que precisas....vinha na Westfalia.
Troco por um desconto numa cabeça em melhor estado para o 1700
Quanto ao GPL, a posiçao que avançaste CHUMBAVA imediatamente! O deposito tem de estar paralelo aos eixos do carro e entre eixos, penso que tambem não pode estar ao ar livre, terias de fazer uma caixa para o meter.
E lembra-te, o barato sai caro, como diz o Jean! Abraços e mete mazé essa carrinha na estrada para teu usufruto!
Plastic cars sucks!
-
jnar
- ✘✘✘✘✘
- Posts: 4218
- Joined: 24 Jan 2007 14:27
- Location: somewhere, over the rainbow....
- Contact:
